Em meio à comoção causada pela morte brutal do soldado Raphael Sampaio da Silva, encontrado carbonizado dentro de um veículo na região de Fortaleza e Itaitinga, Ciro Gomes aproveita o episódio para intensificar seus ataques à segurança pública do Ceará.
A tragédia, que deveria provocar solidariedade à família, respeito à memória do policial e cobrança por uma investigação rigorosa, acaba transformada em instrumento de disputa política.
Ciro usa suas redes sociais para atacar o Governo do Estado e a segurança pública, enquanto setores bolsonaristas também exploram o caso politicamente.
A indignação diante de um crime bárbaro é legítima.
O que precisa ser questionado é transformar a dor de uma família e de toda a corporação policial em palanque eleitoral.
Segurança pública se discute com responsabilidade, cobrança e propostas concretas — não com oportunismo diante de uma tragédia.
A morte de um policial não pode virar combustível para projeto eleitoral.
Redação TRIBUNA LIVRE CARIRI
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