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terça-feira, 3 de março de 2026

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março 03, 2026 0

Câmara de Juazeiro do Norte aprova homenagem à professora Socorro Martins e debate a previdência municipal

março 03, 2026 0

 
 
A Câmara Municipal de Juazeiro do Norte realizou, nesta terça-feira (3), mais uma sessão ordinária no Plenário Presidenta Dra. Yanny Brena, marcada por debates sobre a situação financeira da previdência municipal e os impactos das recentes chuvas, além da aprovação de importantes projetos de lei. 
 
No Pequeno Expediente, o vereador Capitão Vieira (MDB) destacou que o Ministério Público recomendou que o município regularize uma dívida de R$ 114 milhões com o Fundo Municipal de Previdência Social dos Servidores de Juazeiro do Norte (Previjuno). Já o vereador Lukão (PSDB) criticou a ausência de um plano de contingência ou emergencial por parte da gestão municipal para amenizar os danos causados pelas chuvas, cobrando um posicionamento oficial sobre a situação enfrentada pela população. 
 
Durante os requerimentos verbais, os parlamentares apresentaram demandas voltadas principalmente à infraestrutura. O vereador Alexandre Sobreira (DC) solicitou à Seinfra o conserto da Rua Tabelião Luís Carlos da Silva, no loteamento Juá Ville. A vereadora Jacqueline Gouveia (MDB) pediu reparos em uma cratera no Loteamento Estrela da Manhã. A vereadora Rita Monteiro (PSB) cobrou solução da gestão para os problemas de infraestrutura recorrentes no período chuvoso. Já o vereador Vandinho Pereira (PP) requereu serviços de limpeza e pavimentação na Rua Príncipe Ribamar, na Vila Carité, enquanto Capitão Vieira solicitou melhorias na Rua Coletor José Vitorino da Silva, no bairro São José, que estaria intransitável. A vereadora Professora PG (Podemos) solicitou a recuperação das estradas da zona rural. 
 
Na Ordem do Dia, os vereadores discutiram e aprovaram o projeto de lei de autoria da vereadora Professora PG que denomina a nova unidade escolar de ensino infantil no bairro Lagoa Seca como Professora Maria Socorro de Morais Martins (Professora Martins), além do projeto do vereador Chagas Moura (PSD) que denomina de Rua Maria Judite Araújo Gomes uma via pública do município. 
 
No Grande Expediente, a vereadora Rita Monteiro agradeceu à Secretaria de Educação por atender demandas da EMEI Joana Tertulina de Jesus e solicitou a reforma da unidade. O vereador Vandinho Pereira voltou a abordar a situação da Previjuno, alertando para o risco de comprometimento das futuras aposentadorias dos servidores, já que a arrecadação atual seria insuficiente. Segundo ele, a Casa deverá votar uma nova lei para ajustar as alíquotas de contribuição dos servidores e a alíquota patronal, aguardando o envio da proposta pelo Executivo. 
 
A sessão foi encerrada com um minuto de silêncio em memória dos três anos de falecimento da ex-presidenta da Casa, Yanny Brena.

Câmara de Juazeiro do Norte abre 600 novas vagas para cursos gratuitos do Programa Capacita Juazeiro

março 03, 2026 0



A Câmara Municipal de Juazeiro do Norte abre nesta terça-feira (03), as inscrições para a nova turma do Programa Capacita Juazeiro.  A iniciativa tem como objetivo promover a formação e capacitação de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social ou de baixa renda no município, ampliando oportunidades de qualificação profissional e inserção no mercado de trabalho.

Realizado em parceria com o Instituto Vygostski de Educação, Cultura e Saúde (IVECS), o programa ofertará, nesta etapa, 600 novas vagas distribuídas em três cursos: 200 vagas para Capacitação em Marketing Digital e Mídias Sociais, 200 vagas para Capacitação de Cuidador para Educação Inclusiva (TEA/TDAH) e 200 vagas para Capacitação para Cuidador em Saúde do Idoso. A proposta é atender áreas com alta demanda no mercado e impacto social direto. A aula inaugural da nova turma está marcada para o próximo dia 11 de março.

Os cursos terão carga horária de 120 horas, com aulas presenciais e virtuais, ao longo de três meses de duração. A formação proporciona aos participantes conhecimentos técnicos essenciais para atuação profissional, seja na área da comunicação digital, no acompanhamento educacional inclusivo ou no cuidado especializado à pessoa idosa.

A primeira turma do Programa Capacita Juazeiro será encerrada na próxima sexta-feira (06), após formar 600 alunos nos cursos de Primeiros Socorros, Atendimento ao Cliente e Interpretação de Libras. Com os resultados positivos da etapa inicial, a Câmara reforça o compromisso de investir em educação e qualificação como instrumentos de transformação social e geração de renda em Juazeiro do Norte.


LINK PARA INSCRIÇÕES: https://ivecs.incibrasil.com.br/


Vereador Alex Saraiva fala sobre situação das estradas do Santo Antônio e Baixa do Maracujá

março 03, 2026 0

O vereador Alex Saraiva, do PSB, voltou a chamar atenção para a situação das estradas vicinais na zona rural do município de Crato, especialmente nas localidades de Santo Antônio e Baixa do Maracujá, nas proximidades do distrito de Santa Fé.

De acordo com o parlamentar, a gestão municipal já iniciou trabalhos paliativos com o objetivo de amenizar os transtornos enfrentados pela população que trafega diariamente pelas vias. A medida busca garantir condições mínimas de mobilidade, sobretudo neste período de quadra invernosa, quando as chuvas acabam agravando ainda mais a situação das estradas.
Alex Araiva destacou que a ação emergencial é necessária neste momento, mas reforçou que o compromisso é realizar, após o período chuvoso, um serviço mais amplo e definitivo, capaz de solucionar o problema de forma estruturada e duradoura.

Moradores das comunidades têm relatado dificuldades no deslocamento, tanto para o transporte escolar quanto para o escoamento da produção agrícola, o que torna a recuperação das estradas uma demanda prioritária para a região.

O vereador afirmou que seguirá acompanhando de perto a execução dos trabalhos e cobrando providências para garantir melhores condições de trafegabilidade aos moradores da zona rural do Crato.

Por Moisés

Entenda relação entre a causa palestina e a guerra contra o Irã

março 03, 2026 0

 People walk past a damaged building, in the aftermath of an Israeli strike on Friday, in Riyak, Bekaa valley, Lebanon, February 21, 2026. REUTERS/Mohamed Azakir

O ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023 inaugurou uma nova fase do conflito no Oriente Médio em torno dos territórios palestinos. Para alguns analistas, os ataques contra o Irã são também consequência da guerra na Faixa de Gaza e da colonização da Cisjordânia, ainda que indiretamente.

Os governos de Israel e dos Estados Unidos (EUA) estariam aproveitando as fragilidades econômicas do Irã, motivadas em parte pelas sanções ocidentais, e os rachas políticos internos, evidenciados em protestos violentos no início do ano, para cortar o apoio ao Eixo da Resistência, dado por Teerã. 

Tal eixo é formado por grupos armados que resistem à política de Israel e dos EUA no Oriente Médio, como Hezbollah, Hamas ou os Huthis no Iêmen. A queda do governo de Bassar al-Assad na Síria, após 13 anos de guerra financiada por potências estrangeiras, também teria sido uma consequência da intensificação da guerra contra o Eixo da Resistência, uma vez que a Síria era uma aliada do Irã.

O professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo (SP) Bruno Huberman afirmou à Agência Brasil que as agressões contra o Irã são uma das consequências do 7 de Outubro, porque Teerã é a principal força de oposição a política de Washington e Tel-Aviv no Oriente Médio.  

“A solidariedade com a causa palestina sempre esteve no centro do projeto político iraniano desde 1979 [Ano da Revolução Iraniana]. Isso é uma das razões pelas quais o Irã tem sido confrontado.”

Para o especialista, o Irã tem forte relevância para a questão palestina e para os grupos islâmicos de resistência armada que buscam revolução armada e libertação nacional radical na Palestina.

Huberman acrescenta que a queda do Irã permitirá que os EUA e Israel reorganizem o Oriente Médio "como bem entendem". Para ele, o conflito facilita o avanço da anexação da Cisjordânia por Israel.  

“Desde o cessar-fogo em Gaza, Israel tem avançado de forma significativa na colonização e na anexação de território na Cisjordânia. E, durante essa guerra no Irã, isso deve se fortalecer.”

No mês passado, Israel aprovou novas regras para compra de terras palestinas por israelenses na Cisjordânia, medida denunciada como tentativa de avançar sobre o território palestino. Em 2025, pelo menos 40 mil palestinos foram expulsos de suas residências na região. 

Mudança de cenário

Por outro lado, o professor avalia que a queda de Teerã não inviabiliza a causa palestina, apesar de mudar o cenário. “O Irã se envolveu mais no apoio à luta armada, assim como o Catar, enquanto outros países apoiam projetos humanitários, de desenvolvimento, ou só de forma retórica.”

Os grupos xiitas Hezbollah, no Líbano, e os Huthis, do Iêmen, são exemplos de grupos armados do Eixo da Resistência, apoiados pelo Irã, que se lançaram em ataques contra Israel em apoio à Gaza. 

People run as a missile hits a building, following an escalation between Hezbollah and Israel amid the U.S.-Israel conflict with Iran, in Tyre, Lebanon, in this screen grab obtained from a social media video released March 2, 2026. Social Media/via REUTERS  THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY. MANDATORY CREDIT. NO RESALES. NO ARCHIVES. 

Verification: 
-Buildings, shopfronts, road layout and petrol station matched file and satellite imagery
-Exact time could not be verified
-However, Israel said it launched a wave of strikes in southern Lebanon on Monday (March 2)
-No older versions of the video found before Monday (March 2)
Pessoas correm no Líbano, após ataques entre Hezbollah e Israel em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã. Reuters - Proibido reprodução

Direito internacional

Para outros analistas, não é possível traçar uma relação direta entre o 7 de outubro e as agressões contra o Irã, ainda que os dois acontecimentos estejam de alguma forma conectados. É o que defende a professora Rashmi Singh, da pós-graduação em relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais.

Para ela, a ação israelense em Gaza e na Cisjordânia serviu para normalizar, pelos países ocidentais, a aplicação seletiva do direito internacional. 

Rashmi cita, como exemplos, “o genocídio na Palestina, os bombardeios ilegais de hospitais, escolas, universidades, igrejas, mesquitas e outras infraestruturas civis” por parte de Israel, assim como “atos terroristas [de Israel] em outros países – como os ataques com pagers no Líbano –, que foram saudados pelo Ocidente não como terrorismo, mas como ‘estrategicamente brilhantes por parte de Israel'”.

A professora da PUC de Minas acrescenta que todas essas violações do direito internacional ocorreram com o silêncio ou cumplicidade dos países europeus e norte-americanos.

“Os ataques ilegais ao Irã, há oito meses, também foram elogiados. Portanto, a Palestina não está diretamente relacionada aos ataques ao Irã, mas estabeleceu o padrão do que é permitido nas relações internacionais. Estabeleceu o cenário para o que está acontecendo no Irã”.

Rashmi Singh acrescenta que, apesar do apoio que o Irã fornece aos grupos de resistência palestinos, a causa palestina não depende exclusivamente do Irã, "ou de qualquer outro ator externo". "O apoio externo é um fator, mas não é o único”, destacou.

24/10/2023, Rashmi Singh, professora de relações internacionais da PUC Minas, durante entrevista a TV Assembleia MG. Foto: Frame/TV Assembleia MG
Rashmi Singh, professora da PUC Minas, analisa consequências do conflito EUA-Irã. Frame/TV Assembleia MG

Ao mesmo tempo, a professora alerta que Israel tem usado a guerra para “expandir seu roubo territorial ilegal de terras palestinas”.

“Gaza foi completamente isolada novamente – contrariando o acordo de cessar-fogo – e os colonos, israelenses, na Cisjordânia estão ocupados aterrorizando os palestinos, matando e assediando, com o apoio total das Forças de Defesa de Israel.”

Influencia o contexto

Ao mesmo tempo, há analistas que atribuem uma influência do 7 de outubro ao contexto geral do Oriente Médio, sem que o ataque do Hamas possa explicar, sozinho, a decisão de Israel e dos EUA de atacarem o Irã.

Essa é a avaliação da professora de relações internacionais do Ibmec SP, Karina Stange Caladrin.

“Desde 2023, a guerra em Gaza ‘regionalizou’ a dinâmica de segurança: Israel passou a tratar o chamado eixo de resistência – Hamas, Hezbollah, Houthis e milícias aliadas – como um tabuleiro integrado, e o Irã como o principal patrocinador, financeira, militar e politicamente, dessa rede.”

Caladrin acrescenta que, nesse contexto, a guerra em Gaza e a escalada dos conflitos na Cisjordânia criaram incentivos para ampliar a pressão contra Teerã. Para ela, a guerra contra o Irã também tira a agenda palestina do noticiário e corta parte do respaldo que grupos palestinos recebem do Irã.

“Paradoxalmente, uma escalada maior pode radicalizar narrativas, aumentar polarização e ampliar a mobilização transnacional em torno da Palestina, mas isso não se traduz automaticamente em ganhos políticos concretos para Gaza e Cisjordânia”, acrescentou.

Por outro lado, Karina Caladrin pondera que, caso o regime do Irã sobreviva, o mais provável é que reafirme seu papel regional. “O que, de novo, não equivale a avanços políticos palestinos; pode significar apenas que a causa continua 'útil' como símbolo em uma competição geopolítica mais ampla.”

A causa palestina

Costuma-se fixar o início do conflito israel-palestino à criação do Estado de Israel, ainda em 1948. Naquele ano, ocorre a Nakba – catástrofe, em árabe – do povo palestino, quando mais de 700 mil palestinos são expulsos da suas terras, e cerca de 450 vilas são destruídas

Esses acontecimentos dariam início à “causa palestina”, como a conhecemos hoje, que é a defesa do retorno dos refugiados à suas casas e o estabelecimento da independência e criação do Estado Palestino.

Em oposição, Israel rejeita qualquer medida que resulte na criação de um Estado Palestino em suas fronteiras, conforme exige o direito internacional e a maioria dos países do mundo. 

 

Indiciado por estupro coletivo no Rio se apresenta à polícia e é preso

março 03, 2026 0

12ª Delegacia de Polícia Civil do Rio de Janeiro

Um dos cinco suspeitos no estupro coletivo de uma jovem, de 17 anos, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, foi preso nesta terça-feira (3) por policiais civis da 12ª DP, localizada no mesmo bairro.

De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil, ao sentir o cerco se fechar após intenso trabalho de investigação, o acusado se apresentou hoje na delegacia com um advogado.

Na sexta-feira (27), os envolvidos já tinham sido indiciados pela 12ª DP, que representou pela prisão dos homens e apreensão de um adolescente. “Eles responderão pelo crime de estupro e o menor responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime”, diz nota.

Conforme a secretaria, as investigações indicaram que, em janeiro deste ano, a vítima recebeu uma mensagem de um aluno da sua escola a convidando para ir à casa de um amigo.

Segundo a Polícia Civil, ao chegar no prédio, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi imediatamente recusado pela jovem.

“No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com quatro homens que insistiam para ela manter relações com eles. Com a negativa, eles passaram a despir-se e a praticar atos libidinosos mediante violência física e psicológica contra ela.”

As diligências estão em andamento para capturar e responsabilizar os demais envolvidos, que são considerados foragidos.

 

Repórter da Agência Brasil 

 

Ciro e Elmano empatam tecnicamente em mais uma pesquisa do Instituto Paraná

março 03, 2026 0





O Instituto Paraná divulgou, nesta segunda-feira (02), uma nova pesquisa sobre a disputa pelo Governo do Ceará. O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 28 de fevereiro, com 1.500 eleitores em 67 municípios. O grau de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Espontânea

No cenário espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 16,8% das menções, seguido por Elmano de Freitas (PT), com 15,1%. Camilo Santana (PT) registra 2,6%.

Confira os dados:

Ciro Gomes - 16,8%
Elmano de Freitas - 15,1%
Camilo Santana - 2,6%
Eduardo Girão - 0,9%
Capitão Wagner - 0,3%
Outros nomes citados - 0,9%
Branco/Nulo - 4,9%
Não sabe/não opinou - 58,5%