Moradores de Saboeiro voltaram a cobrar explicações da Secretaria Municipal de Saúde após uma publicação nas redes sociais questionar o horário de funcionamento das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A denúncia, divulgada pela liderança política Priscila Oliveira, afirma que algumas unidades estariam encerrando os atendimentos às 14 horas, apesar da expectativa de funcionamento até às 17 horas.
O questionamento levantou preocupação entre a população, principalmente porque milhares de cidadãos dependem das UBS para consultas médicas, atendimento de enfermagem, vacinação, acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pacientes com doenças crônicas.
A principal dúvida é simples: o que acontece com quem precisa de atendimento após as 14 horas?
Segundo a publicação, muitos moradores gostariam de um posicionamento oficial da Secretaria de Saúde esclarecendo se esse horário realmente está sendo adotado, quais os motivos e quais medidas estão sendo tomadas para evitar prejuízos aos usuários do sistema público.
Embora os atendimentos de urgência e emergência sejam destinados ao hospital municipal ou outros serviços de pronto atendimento, especialistas lembram que as UBS representam a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e têm papel essencial na prevenção de doenças e no atendimento da atenção primária.
Caso haja redução do horário de funcionamento, a situação pode gerar dificuldades para trabalhadores que só conseguem procurar atendimento durante a tarde, além de aumentar a procura pelo hospital municipal para casos que poderiam ser resolvidos na atenção básica.
Diante da repercussão, cresce a expectativa por um esclarecimento oficial da Secretaria Municipal de Saúde. A população espera saber se a informação procede, quais são os horários oficiais de funcionamento das unidades e se existe previsão de normalização dos atendimentos.
A saúde pública é um dos serviços mais importantes para qualquer município, e a transparência sobre o funcionamento das UBS é fundamental para garantir segurança e confiança à população. Enquanto não houver um posicionamento oficial, o debate continua mobilizando moradores e reforçando a cobrança por respostas.
Redação TRIBUNA LIVRE CARIRI
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