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| Divulgação |
O senador Cid Gomes (PSB) já sinalizou ao comando do grupo governista do Ceará que aceita disputar a reeleição ao Senado neste ano. A confirmação depende de algumas condições que já estão sendo tratadas nos bastidores. Em meados de junho, o governismo pretende estar com a chapa majoritária definida, antes, portanto, do prazo de convenções partidárias que começa em 20 de julho.
A posição de Cid é considerada estratégica e, de certa forma, um entrave para que as tratativas avancem para os demais líderes e partidos aliados do governo Elmano de Freitas (PT).
Até aqui, Cid tem defendido publicamente que não deseja disputar a reeleição. No ano passado, ele apresentou o nome do deputado federal Júnior Mano (PSB) para o posto. A conjuntura eleitoral, entretanto, mudou. A entrada de Ciro Gomes (PSDB), irmão de Cid, na disputa teve papel fundamental.
Em dezembro do ano passado, a coluna Ponto Poder/Diário do Nordeste, antecipou que aliados de Cid Gomes já admitiam uma inclinação do senador em aceitar a indicação, algo que se confirma agora.
Imposição do cenário
Recentemente, apurou esta coluna, Cid tratou do assunto com Elmano. Ele colocou algumas condições. Entre elas, está o respeito a Júnior Mano, correligionário e nome defendido por ele para o cargo. Naturalmente, a indicação do Ferreira Gomes depende de uma desistência do aliado. Isso, entretanto, não deve ser impasse.
Sobre o assunto, o comando governista tem tratado com delicadeza, tendo em vista a enfática defesa do aliado por Cid. A argumentação é que não se trata de "veto" a Mano, mas sim de uma conjuntura política que impõe a presença de Cid para fortalecer a chapa majoritária.
O peso do irmão adversário
Há um elemento que amplia o peso político de Cid na chapa: Ciro Gomes, seu irmão, é pré-candidato ao governo do Estado pelo PSDB, na oposição. Para o governismo, ter Cid na disputa representa um contraponto direto à influência do irmão, sobretudo nas regiões onde os dois têm enraizamento histórico.
Cid lidera um expressivo número de prefeitos em municípios do interior. Em uma eleição que pode ser decidida fora de Fortaleza, esse ativo também pesa.
Junho como prazo
As negociações para a composição da chapa majoritária devem ser adiantadas, conforme antecipou esta Coluna. A tendência é que as tratativas com os partidos da base — PSB, PSD, MDB e Republicanos, entre outros — estejam concluídas até meados de junho.
O anúncio dos integrantes da chapa deve ocorrer ainda neste mês, sem aguardar o prazo das convenções partidárias, como era hábito do grupo governista.
A incógnita restante
O sinal verde de Cid resolve a principal dúvida dos governistas no Ceará. Resta saber, portanto, as outras condições para ele disputar além de Júnior Mano.
A posição de Cid é considerada estratégica e, de certa forma, um entrave para que as tratativas avancem para os demais líderes e partidos aliados do governo Elmano de Freitas (PT).
Até aqui, Cid tem defendido publicamente que não deseja disputar a reeleição. No ano passado, ele apresentou o nome do deputado federal Júnior Mano (PSB) para o posto. A conjuntura eleitoral, entretanto, mudou. A entrada de Ciro Gomes (PSDB), irmão de Cid, na disputa teve papel fundamental.
Em dezembro do ano passado, a coluna Ponto Poder/Diário do Nordeste, antecipou que aliados de Cid Gomes já admitiam uma inclinação do senador em aceitar a indicação, algo que se confirma agora.
Imposição do cenário
Recentemente, apurou esta coluna, Cid tratou do assunto com Elmano. Ele colocou algumas condições. Entre elas, está o respeito a Júnior Mano, correligionário e nome defendido por ele para o cargo. Naturalmente, a indicação do Ferreira Gomes depende de uma desistência do aliado. Isso, entretanto, não deve ser impasse.
Sobre o assunto, o comando governista tem tratado com delicadeza, tendo em vista a enfática defesa do aliado por Cid. A argumentação é que não se trata de "veto" a Mano, mas sim de uma conjuntura política que impõe a presença de Cid para fortalecer a chapa majoritária.
O peso do irmão adversário
Há um elemento que amplia o peso político de Cid na chapa: Ciro Gomes, seu irmão, é pré-candidato ao governo do Estado pelo PSDB, na oposição. Para o governismo, ter Cid na disputa representa um contraponto direto à influência do irmão, sobretudo nas regiões onde os dois têm enraizamento histórico.
Cid lidera um expressivo número de prefeitos em municípios do interior. Em uma eleição que pode ser decidida fora de Fortaleza, esse ativo também pesa.
Junho como prazo
As negociações para a composição da chapa majoritária devem ser adiantadas, conforme antecipou esta Coluna. A tendência é que as tratativas com os partidos da base — PSB, PSD, MDB e Republicanos, entre outros — estejam concluídas até meados de junho.
O anúncio dos integrantes da chapa deve ocorrer ainda neste mês, sem aguardar o prazo das convenções partidárias, como era hábito do grupo governista.
A incógnita restante
O sinal verde de Cid resolve a principal dúvida dos governistas no Ceará. Resta saber, portanto, as outras condições para ele disputar além de Júnior Mano.
As informações são do jornalista Inácio Aguiar
Coluna Ponto Poder/Diário do Nordeste

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