A afirmação do Capitão Wagner de que o União Brasil estaria fechado oficialmente com Ciro, motivou resposta de Fernanda Pessoa negando a decisão.

Disputado por lideranças ligadas ao governo Elmano de Freitas (PT) e a oposição, o União Brasil (UB) teve sua crise interna exposta na quarta-feira, 04. Hoje, dois grupos disputam o controle da sigla no Ceará; um ligado ao ex-deputado Capitão Wagner, que lidera as intensões de votos para o Senado; e outro ligado ao deputado federal Mosés Rodrigues e ao prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, esse ligado à base governista.
A crise se estabeleceu, após Wagner oficializar, em Brasília, o apoio do partido à pré-candidatura de Ciro Gomes ao Governo do Ceará em 2026. A decisão foi confirmada após reunião com o presidente nacional do partido, Antônio Rueda, e dirigentes da sigla. Segundo Wagner, “essa decisão fortalece um projeto que nasce do sentimento de mudança que o Ceará vive hoje. A Federação chega unida para contribuir com uma alternativa sólida”.
O anúncio motivou resposta da deputada federal Fernanda Pessoa, filha de Roberto Pessoa. A deputada afirmou que ainda não houve definição do União sobre o posicionamento da federação União Progressistas nas eleições de 2026 para o Governo do Ceará. Segundo ela, a definição ficará para um segundo momento, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) finalizar os trâmites para a criação da federação entre o União Brasil e o Progressistas.
Fernando completou dizendo não saber de onde surgiu “essa informação errada”, referindo-se à fala de Wagner. Ela disse que não tem interesse em deixar a legenda, mesmo que a federação feche apoio a Ciro. “O presidente [Rueda] me disse que não tem interesse em perder a gente”, afirmou Fernanda.
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