
Soldado R. Luiz foi preso recentemente por tentativa de assalto a um banco em Missão Velha.
Um policial militar acusado de crimes no Cariri foi expulso da corporação. Rogério Luís dos Santos, de 40 anos, o Soldado R. Luiz, é acusado de um homicídio em Aurora e, recentemente, tentou furto num banco em Missão Velha. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) publicou a demissão do PM no Diário Oficial do Estado. Para a Controladoria, ele transgrediu normas e regulamentos que regem a conduta de um policial.
O Soldado R. Luiz trabalhou no Destacamento de Aurora até praticar um homicídio por motivo passional e ser afastado da função. O crime aconteceu no dia 9 de agosto de 2018 e teve como vítima José Romildo Rodrigues da Silva, de 27 anos, que era apelidado por “Zé Doido”. A vítima seguia para sua residência na Vila Freire em Aurora quando foi atocaiada e executada a tiros perto da ponte sobre o Rio Salgadinho. Ele havia mantido relação amorosa com a namorada de então do PM.
Por conta do crime, ele tinha sido preso em dezembro daquele ano em Aurora juntamente com o soldado José Rafael Batista Alcântara. R. Luiz foi pronunciado pela justiça no sentido de ser levado ao Tribunal do Júri, enquanto o soldado Rafael foi punido com cinco dias de permanência disciplinar pela CGD. Na casa dele, onde o soldado assassino foi preso, os policiais aprenderam dois revólveres e na residência de Rogério uma espingarda, uma pistola, crack e dois celulares.
Mais recentemente, no dia 1º de novembro, o Soldado R. Luiz voltou a ser preso com mais quatro comparsas após tentarem arrombar a agência do Banco do Brasil de Missão Velha. Na época, os flagrantes foram convertidos em prisões preventivas na audiência de custódia. Os outros presos foram: Ismael Pereira Cruz, de 22, de Lagoa Grande (PE); Ítalo Sanziarai Neves Rodrigues, de 31, de Recife, além de Wesley Belo Castelo Branco, de 36, e Jhone Madson Andrade de Melo, 31, de Porto Velho (RO).
Naquela madrugada de sábado, a Polícia Militar apreendeu duas armas de fogo, um simulacro de pistola, dezenas de munições, placas de veículos frias e um carro. Foram recolhidas ainda ferramentas usadas na ação a exemplo de furadeiras, maquita com muitos discos, serras, alavanca, pé de cabra e cordas. Os acusados não conseguiram arrombar o cofre e a PM foi ao local após informações sobre uma situação suspeita dentro da agência bancária.
De cara, os policiais encontraram um homem sentando próximo à agência e fizeram a abordagem quando este adotou comportamento suspeito e apresentou contradições. Um carro que passava no local foi interceptado pelos agentes de segurança no qual encontraram todo o material apreendido. Eles ainda furaram o teto do banco, mas nada foi levado graças a rápida ação.
FONTE Demontier Tenório
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