A situação veio à tona após a Associação de Defesa, Apoio e Cidadania dos Homossexuais do Crato e Região do Cariri (Adacho) ter fechado um contrato de patrocínio no valor de R$ 11 milhões com a Secretaria de Turismo do Estado para a realização do Festival Expocrato.
A divulgação desse convênio levou o Ministério Público do
Ceará (MPCE) a questionar por que a Adacho investiu na Expocrato, um evento anunciado como sendo da empresa do deputado federal Yury do Paredão. O presidente de honra da Adacho, André Lacerda, responsável pela articulação do patrocínio, foi chamado pelos promotores para prestar esclarecimentos. Em seu depoimento, ele garantiu que tudo foi feito dentro da legalidade e negou qualquer irregularidade no patrocínio.
Apesar das explicações, o MPCE não se convenceu e decidiu aprofundar a investigação, solicitando mais detalhes sobre o convênio. A quantidade de denúncias encaminhadas ao Ministério Público, totalizando seis, reforça a necessidade de uma apuração minuciosa. O assunto gerou polêmica na região do Cariri, levantando debates sobre a transparência no uso de verbas públicas.
Por Cariri Como Eu Vejo
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