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segunda-feira, 7 de abril de 2025

Prefeitura de Potengi realiza a 1ª ação do Programa Prefeitura na Comunidade

abril 07, 2025 0

No último sábado (05), a Prefeitura de Potengi promoveu a 1ª Ação Global do Prefeitura na Comunidade no Sítio Carcarás, levando uma série de serviços gratuitos para os moradores da região. 
 
Todas as 09 secretarias estiveram presentes, proporcionando atendimento de qualidade para a população, com uma variedade de serviços que impactaram positivamente a comunidade.
 
Entre as atividades oferecidas destacam-se: Feira de Artesanato local, valorizando o talento dos nossos produtores; Atendimento especializado na Sala do Empreendedor, incentivando o desenvolvimento econômico local;
Diversão para a criançada com brincadeiras e pinturas na pele;
Distribuição de mudas para um futuro mais verde e sustentável;
Realização de testes rápidos, garantindo mais saúde e bem-estar;
Atendimento fisioterapêutico, para melhorar a qualidade de vida de todos; 
Apresentação de grupo popular quilombola, valorizando a cultura local. E diversas outras ações! 
O Projeto Prefeitura na Comunidade continuará em ação, beneficiando todo o município de Potengi, levando serviços essenciais e iniciativas sociais para todos, promovendo mais qualidade de vida e fortalecimento da nossa comunidade.
 

Sucata de fábrica de aço no Maracanaú registra incêndio nesta segunda-feira, 7

abril 07, 2025 0


Equipe combate fogo nesta segunda-feira, 7, em empresa de Maracanaú

Equipe combate fogo nesta segunda-feira, 7, em empresa de Maracanaú / Crédito: Reprodução/ Corpo de Bombeiros Militar do Ceará


Incêndio atinge área de sucata ferrosa da Empresa Gerdau, localizada na rua Oeste-Dois, no Distrito Industrial I, município de Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Fogo começou por volta das 3 horas da madrugada desta segunda-feira, 7. Até o momento, não há registro de vítimas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, a solicitação foi registrada após a brigada de incêndio da siderúrgica constatar que não conseguiria conter as chamas. 

 Em nota, a Gerdau confirma que a ocorrência se deu no pátio da unidade cearense. A Companhia informa que a causa do ocorrido está sendo investigada.

                                                           o Povo 

A vida em 300 dias: os astronautas retornaram do espaço muito diferentes após um longo período longe do planeta

abril 07, 2025 0
Foto Reprodução

Em junho de 2024, os astronautas da NASA Butch Wilmore e Suni Williams chegaram à Estação Espacial Internacional para uma missão de 8 a 10 dias. No entanto, problemas com a nave espacial Starliner atrasaram seu retorno até março de 2025, 286 dias depois.

O que começou como uma curta estadia se transformou em mais de nove meses de microgravidade, o que pode ter efeitos profundos no corpo dos astronautas: atrofia muscular, perda de densidade óssea, alterações cardiovasculares, problemas de visão e estresse.

Era assim que eles eram antes de serem lançados ao espaço na nave Starliner:

Décadas de envelhecimento 

Tanto a NASA quanto a ESA estudaram extensivamente os efeitos da exposição ao espaço e à microgravidade no corpo humano. Uma das mais comuns é a perda de massa muscular e óssea.

Na Estação Espacial Internacional, não há gravidade para forçar os músculos e ossos a trabalhar para sustentar o corpo, então os tecidos começam a enfraquecer devido ao desuso. 

Os astronautas perdem cerca de 1% da densidade mineral óssea a cada mês que passam no espaço. Seus músculos, especialmente os das pernas e costas, acabam atrofiando, e é por isso que eles têm dificuldade para ficar de pé após pousar na Terra.

Para atenuar esse efeito, os membros da tripulação da ISS passam por rotinas de treinamento rigorosas: duas horas por dia na esteira, bicicleta ergométrica ou fazendo exercícios de resistência. 

Mas isso não é suficiente: um estudo publicado na Scientific Reports revelou que uma estadia de mais de seis meses no espaço pode causar perda óssea equivalente a décadas de envelhecimento na Terra. 

Os astronautas, geralmente, correm maior risco de fraturas devido à redução da resistência dos ossos, semelhante ao que ocorre com os adultos mais velhos. Para Butch e Suni, com uma perda óssea esperada de 9-10%, a NASA estabeleceu um programa intensivo de reabilitação física de 45 dias. 

Ainda assim, para muitos astronautas, a recuperação é incompleta mesmo um ano após o retorno. Leva de dois a quatro anos para que os músculos de uma pessoa recuperem totalmente sua força original após uma missão prolongada.

Efeitos da microgravidade 

Ao flutuar, os fluidos corporais são redistribuídos para a parte superior do corpo, pois a gravidade não os puxa em direção aos pés. Isso causa o rosto inchado característico visto nos astronautas a bordo da ISS. Mas também tem consequências internas: o corpo interpreta o excesso de líquido como resultado e reduz o volume total de sangue.

Com menos volume de sangue e sem necessidade de bombear contra a gravidade, o sistema cardiovascular relaxa. O coração pode afinar suas paredes musculares e a pressão arterial tende a cair. Ao retornar à Terra, esse ajuste às vezes causa tontura ou até desmaio (hipotensão ortostática), pois a gravidade puxa o sangue de volta para as pernas e leva tempo para o corpo se reajustar.

Os astronautas geralmente usam trajes de compressão especiais ou aumentam a ingestão de líquidos e sal antes da reentrada para minimizar esses sintomas. Ainda assim, é comum que eles permaneçam sentados, como aconteceu com Butch e Suni quando desceram da Crew Dragon, esperando seus corpos se reequilibrarem. 

Outro efeito físico importante descoberto nas últimas décadas de exploração espacial é a chamada Síndrome Neuro-Ocular Associada ao Voo Espacial (SANS). Sem a força da gravidade, o deslocamento do fluido em direção à cabeça pode aumentar a pressão intracraniana, o que, por sua vez, deforma levemente os globos oculares e comprime o nervo óptico. 

Muitos astronautas em estadias prolongadas relatam alterações na visão: eles podem desenvolver hipermetropia temporária (dificuldade de enxergar de perto), o que significa que seus olhos mudam de formato sob pressão interna.

Em missões de longa duração, mais de 70% dos astronautas sofreram de SANS. O astronauta da NASA Scott Kelly, que passou um ano no espaço e mais tarde foi comparado ao seu irmão gêmeo Mark, desenvolveu edema do nervo óptico e alterações na retina.

A ausência prolongada de gravidade e o ambiente fechado da ISS também afetam o sistema imunológico dos astronautas, causando alterações na distribuição de glóbulos brancos e na expressão de certos genes imunológicos em resposta ao ambiente extremo. 

Paradoxalmente, viver no ambiente estéril da ISS pode enfraquecer a resposta imunológica ao longo do tempo: ao não ser exposto a tantos patógenos cotidianos, o sistema imunológico baixa a guarda. Erupções cutâneas, alergias e até mesmo reativação de vírus latentes (como herpes) foram observadas devido à diminuição das defesas.

Radiação e nove meses de estresse 

Ao mesmo tempo, os astronautas em missões de longo prazo acumulam exposição significativa à radiação solar e aos raios cósmicos, sem a atmosfera como escudo protetor. 

No entanto, uma estadia de nove meses está dentro dos limites aceitáveis ​​da NASA, já que a ISS orbita a Terra a apenas 400 km de altitude. Danos celulares serão um problema muito maior em futuros voos espaciais de longa duração para a Lua e Marte. 

Mais preocupantes são os efeitos psicológicos do confinamento prolongado em uma estação espacial que orbita a Terra 16 vezes por dia. O tempo não é um problema porque a ISS segue um cronograma rigoroso baseado no Horário de Greenwich. Mas a falta de luz natural e os ciclos de escuridão podem perturbar os ritmos biológicos, causar privação de sono ou prejudicar o desempenho cognitivo. 

No final, o que pode cobrar mais caro é a experiência psicológica de trabalhar em um ambiente confinado, longe da família e com poucos colegas de diferentes países. No caso de Butch Wilmore e Suni Williams, essa situação foi agravada pela incerteza: sua missão foi estendida devido a problemas técnicos, por muito tempo sem uma data clara de retorno. 

A boa notícia é que a maioria das mudanças corporais no espaço não são permanentes. Aproximadamente 95% das alterações fisiológicas retornam ao normal dentro de algumas semanas após o retorno. 

Os astronautas, geralmente, recuperam o equilíbrio e a capacidade de andar em poucos dias, a distribuição de fluidos se normaliza rapidamente e os distúrbios do sono tendem a melhorar à medida que eles restabelecem os ciclos ligados à Terra. 

Quanto às consequências psicológicas, os astronautas de carreira são escolhidos por sua predisposição a atuar em situações de alto estresse sem ficarem nervosos. É o seu trabalho e sua paixão. Eles não recebem horas extras, mas sempre que têm oportunidade estão dispostos a retornar ao seu lugar favorito: o espaço.

Fonte https://www.minhavida.com.br/

Pesquisador da Amazônia, brasileiro conquista Nobel do meio ambiente

abril 07, 2025 0

Foto Reprodução


O  antropólogo e professor Eduardo Brondízio, que leciona a disciplina de antropologia ambiental na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e é associado no Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Sociedade da  Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),  receberá o Prêmio Tyler 2025, um mais importantes na área ambiental, em nível mundial, conhecido como o Nobel do meio ambiente. A honraria será compartilhada com a ecologista argentina Sandra Díaz.

Brondízio realiza pesquisas sobre a Amazônia há 35 anos e atua como uma voz internacional sobre a importância da valorização das comunidades ribeirinhas e dos povos tradicionais na conservação ambiental e nas políticas de sustentabilidade. Díaz e Brondízio são reconhecidos ainda pela sua atuação na promoção de políticas e ações que integrem a justiça socioambiental.

A cerimônia de premiação está marcada para o dia 10 de abril de 2025, em Los Angeles. O brasileiro e a argentina são os primeiros sul-americanos reconhecidos com o prêmio.

Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, Eduardo Brondízio destaca a importância da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) para a definição de ações concretas para a redução de emissões de gases de efeito estufa. O encontro será realizado em novembro, em Belém.

"As últimas duas COPs não deram o avanço esperado, e os impactos climáticos estão ficando mais aparentes e inegáveis. Internacionalmente, há uma expectativa muito grande nessa COP em poder gerar um acordo mais efetivo para mudar o cenário atual de emissões de gases de efeito estufa, mas, também, de constituir um plano mais amplo para investimentos em adaptações às mudanças climáticas, priorizando as populações mais afetadas", disse.

Leia a seguir a íntegra da entrevista: 

Agência Brasil: Professor, quais os aspectos de sua pesquisa que têm maior relação com a premiação recente no Prêmio Tyler?
Eduardo Brondízio: Por um lado, a interação entre desenvolvimento regional, mercados e mudanças ambientais e comunidades rurais na Amazônia, focado em respostas das ações coletivas e locais e como elas influenciam a realidade regional, incluindo a urbanização regional, e, por outro lado, abordo esses temas em nível global – como as mudanças globais afetam a qualidade de vida de sociedades humanas, a contribuição de populações indígenas e rurais para produção de alimentos e a conservação da biodiversidade a urbanização no sul global.

Agência Brasil: Quais os aspectos mais importantes, hoje, desta relação entre comunidades e a Amazônia?
Brondízio: Por exemplo, como as comunidades rurais e indígenas trazem soluções para conciliar conservação e desenvolvimento econômico. Também procuro entender como as pressões de expansão agrícola, urbanização e mudanças ambientais afetam essas populações, e como influenciam as migrações dessas populações rural e indígena para as cidades,  como isso transforma as cidades, e a relação entre cidade, pessoas e ambiente.

Agência Brasil: Este ano é importante para essa temática, com discussões como as da COP30, não?
Brondízio: Este ano, a COP30 é um tema catalisador a dois níveis. Global, no sentido de que as últimas duas COPs não deram o avanço esperado, e os impactos climáticos estão ficando mais aparentes e inegáveis. Internacionalmente, há uma expectativa muito grande nessa COP em poder gerar um acordo mais efetivo para mudar o cenário atual de emissões de gases de efeito estufa, mas, também, de constituir um plano mais amplo para investimentos em adaptações às mudanças climáticas, priorizando as populações mais afetadas.

Também é um momento de fragmentação na cooperação internacional, então há expectativa de oferecer um espaço para buscar convergências entre vários setores da sociedade em torno de ações mais concretas. Há um outro nível onde a COP30 já vem tendo um papel catalisador, o da Amazônia e do Brasil. Existe esperança de mobilizar energia, colaborações e financiamento para reverter o quadro de deterioração social e ambiental da região. Os problemas ambientais e sociais da Amazônia oferecem um espelho da situação global onde mudanças climáticas, degradação da biodiversidade e desigualdades sociais se autorreforçam.

Agência Brasil: Por que esse momento é importante para a Amazônia?
Brondízio: A Amazônia, o Brasil e países vizinhos foram palco de avanços importantes nos últimos 30 anos, como a criação de áreas protegidas, demarcação de terras indígenas e criação de áreas de uso sustentável, que englobam, no Brasil, cerca de 45% da região. Esse avanço conseguiu garantir direitos para as comunidades e tem sido fundamental em bloquear, pelo menos parcialmente, a expansão do desmatamento e das queimadas. Um outro avanço importante nesse período foi o da expansão e as inovações da sociobioeconomia, que vêm garantindo ganhos ambientais e a valorização do conhecimento local e da biodiversidade. Essa é uma economia gigante, apesar de invisível, que vem das populações, das florestas e rios da região.

Agência Brasil: E qual o contexto em que esses avanços ocorrem?
Brondízio: Esses grandes avanços vêm acontecendo lado a lado com a transformação da região pela expansão do desmatamento, mineração, infraestrutura e urbanização. Progressivamente, essas transformações estão criando uma sinuca para áreas indígenas e protegidas. Hoje, a expansão desordenada dessas atividades, além da expansão do crime organizado, representa uma ameaça à sustentabilidade desses territórios. As áreas que são protegidas estão sitiadas e viraram "ilhas". São efetivos para garantir governança ambiental dentro dos seus limites, mas não para impedir os impactos do que vem de fora. É uma prioridade hoje salvaguardar esses territórios e dar condições às comunidades de avançar nos ganhos da sociobioeconomia.

Outro elemento é a urbanização da região, só na Amazônia legal são 770 cidades. Anteriormente desarticuladas e pouco conectadas fisicamente, hoje as conexões interurbanas estão criando uma grade que irá definir a governança ambiental do território pelas próximas décadas. Hoje, as realidades urbana, rural e indígena se entrelaçam na região. Boa parte das áreas urbanas da Amazônia é das mais precárias do Brasil e também está sofrendo com as questões climáticas como seca, inundação e temperaturas extremas com muita intensidade, além de altos níveis de poluição de mercúrio, pesticidas e poluição do ar.

Agência Brasil: Quais as condições destas cidades hoje, principalmente das capitais?
Brondízio: Os dados do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], de 2022, mostram, por exemplo, que as ocupações subnormais dominam nas principais capitais da Amazônia, chegando a mais de 55% das ocupações em Belém e Manaus. Isso não pode ser esquecido, pois a maior parte da população da Amazônia Brasileira, quase 80%, vive nessas áreas. Além disso, as áreas urbanas têm influência direta nas áreas rurais e indígenas e na saúde da floresta e dos rios da região. A precariedade das áreas urbanas e rurais vem levando a um crescimento acelerado das economias ilegais e do crime organizado na região. Alem da violência urbana na região, alta em relação ao resto do Brasil, cenário que tem colocado uma pressão enorme nas comunidades indígenas e rurais, além de estar aliciando jovens para a economia ilegal e para o crime organizado, ambos cada vez mais próximos do tráfico internacional de drogas.

Agência Brasil: Nesse contexto, qual a importância do surgimento de lideranças jovens na região?
Brondízio: É muito grande. Os avanços na proteção e sociobioeconomia na Amazônia vêm da luta de uma geração de líderes que enfrentou esses desafios dos anos 1970 a 1990, conseguindo oferecer um modelo de governança territorial e alternativas econômicas baseadas na biodiversidade regional. A geração nova precisa carregar essas vitórias para a frente. É muito gratificante ver uma nova geração de jovens indígenas e rurais continuando esses avanços e buscando novas alternativas e narrativas para o futuro da região compatíveis com seus valores culturais, mas também integradas e tendo acesso a serviços e oportunidades para melhorar as condições de vida onde vivem.

A tendência global e nacional nos últimos 50 anos vem sendo de uma diminuição da população rural e indígena muito forte, e isso é resultado de uma série de pressões sociais, econômicas e ambientais. A falta de priorização de investimentos nessas áreas, falta de opções econômicas e de acesso a serviços e oportunidades de educação desincentivam a vitalidade de comunidades rurais e indígenas. Essas condições também levam muitos jovens a serem empregados nas economias ilegais e no crime organizado. Em áreas onde oportunidades estão presentes, a gente vê essas lideranças se engajando nas discussões nacionais e internacionais, tendo protagonismo em acordos nacionais e internacionais de biodiversidade e clima e também trazendo novas visões e resposta para demandas atuais.

Temos visto a constituição de redes de jovens da região. Porém, para manter os jovens em suas comunidades é fundamental assegurar a viabilidade econômica da sociobioeconomia, dar acesso à educação compatível às realidades locais e também acesso às tecnologias de comunicação. Por fim, essa questão passa pela valorização social e cultural do papel dessas comunidades na economia, conservação e enfrentamento dos problemas sociais da região. Aquele jovem que vê a sociedade valorizar as populações da Amazônia e seus papéis no desenvolvimento sustentável regional fica orgulhoso das suas contribuições e digno do seu papel no futuro da região. Precisamos valorizá-los, eles são o futuro da Amazônia.

Fonte Agencia Brasil

CÂMARA MUNICIPAL DE JUAZEIRO DO NORTE

abril 07, 2025 0

Semana começa com 361 oportunidades de emprego em Juazeiro do Norte pelo IDTSINE

abril 07, 2025 0

 Aprovada na Assembleia a reserva de 10% das vagas de emprego terceirizado no Estado para beneficiários do CadÚnico

Chegou mais uma segunda-feira e com ela a oportunidade de conseguir um emprego e mudar de vida. O IDTSINE dispõe hoje de 2622 oportunidades de emprego nas suas Unidades de Atendimento no Ceará e em Juazeiro do Norte são 361 vagas em diversas áreas.

O IDTSINE em Juazeiro do Norte fica na rua Interventor Francisco Erivano Cruz,120, Centro, no Vapt Vupt. Você pode entrar em contato através do telefone 0800 591.0363, ou pelo e-mail vagas.juazeirodonorte@idt.org.br

Veja as vagas disponíveis em Juazeiro do Norte

OCUPAÇÕES QTDE.VAGAS
Advogado 01
Agente de microcrédito 01
Alimentador de linha de produção 08
Alinhador de pneus 01
Analista de recursos humanos 01
Arte-finalista 01
Assistente de vendas 01
Auxiliar administrativo 01
Auxiliar contábil 03
Auxiliar de cozinha 02
Auxiliar de linha de produção 56
Auxiliar de manutenção elétrica e hidráulica 45
Auxiliar de pizzaiolo 01
Auxiliar financeiro 01
Balconista de açougue 03
Comprador 01
Consultor 01
Copeiro de restaurante 01
Costureiro na confecção em série 01
Cozinheiro de restaurante 01
Empregado doméstico nos serviços gerais 01
Engenheiro ambiental 01
Estoquista 02
Fiscal urbano 04
Garçom 01
Lavadeiro, em geral 02
Manicure/pedicure 02
Mecânico de auto em geral 02
Mecânico de manutenção de caminhão a diesel 02
Mecânico de manutenção de máquinas, em geral 02
Mecânico de manutenção de ônibus 02
Mecânico de motocicletas 01
Mecânico de motor a diesel 01
Montador de acessórios 01
Montador de móveis de madeira 01
Montador de móveis e artefatos de madeira 02
Motorista de caminhão 01
Motorista entregador 01
Operador de caixa 05
Operador de empilhadeira 01
Operador de negócios 01
Operador de retro-escavadeira 01
Operador de telemarketing ativo e receptivo 74
Pasteleiro 01
Pedreiro 10
Pintor de automóveis 01
Pizzaiolo 03
Professor i – ensino fundamental 03
Recepcionista de hotel 01
Representante comercial autônomo 01
Salgadeiro 01
Serralheiro 01
Servente de obras 04
Soldador 01
Topógrafo 01
Torneiro repuxador 01
Vendedor interno 03
Vendedor porta a porta 09
Vendedor pracista 06
Total 289

PESSOA COM DEFICIÊNCIA
OCUPAÇÕES QTDE.VAGAS
Atendente de lojas 02
Auxiliar administrativo 01
Auxiliar de cozinha 02
Auxiliar de limpeza 02
Auxiliar de linha de produção 16
Auxiliar de logistica 06
Balconista de açougue 05
Embalador, a máquina 03
Estoquista 05
Operador de caixa 05
Operador de telemarketing ativo e receptivo 20
Pintor de paredes 02
Servente de obras 03
Total 72

 

Com vagas em diversos cargos, ISGH abre processo seletivo para o Hospital Regional do Cariri

abril 07, 2025 0



O Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) anunciou inscrições para um novo processo seletivo, com o objetivo de preencher 49 vagas, além de formar cadastro reserva, com candidatos de nível fundamental, médio e superior.


As oportunidades estão distribuídas nas unidades de saúde administradas pelo ISGH em Fortaleza e nas seguintes regiões do interior: HRC - Hospital Regional Cariri – Juazeiro do Norte; HRN - Hospital Regional Norte – Sobral; HRSC - Hospital Regional do Sertão Central – Quixeramobim; e HRVJ - Hospital Regional Vale do Jaguaribe - Limoeiro do Norte.


No Cariri, as oportunidades são para os seguintes cargos: AUXILIAR DE EQUIPAMENTOS BIOMEDICOS; BOMBEIRO HIDRÁULICO; RECEPCIONISTA; TECNICO EM ENFERMAGEM; TÉCNICO EM RADIOLOGIA; ASSISTENTE SOCIAL; FONOAUDIÓLOGO; FISIOTERAPEUTA; NUTRICIONISTA; e PSICOLOGO HOSPITALAR.


VEJA A RELAÇÃO DAS VAGAS COMPLETAS EM TODAS AS UNIDADES DE SAÚDE:

As oportunidades são para os cargos de: Auxiliar de Equipamentos Biomédicos (2 vagas); Auxiliar de Manutenção (5 vagas); Auxiliar Mecânico de Refrigeração (1 vaga); Auxiliar de Farmácia (3 vagas); Auxiliar de Laboratório (2 vagas); Auxiliar de Logística (2 vagas); Bombeiro Hidráulico (1 vaga); Copeiro (4 vagas); Eletricista (4 vagas); Recepcionista (5 vagas); Técnico em Enfermagem (11 vagas); Técnico em Enfermagem do Trabalho (1 vaga); Técnico em Laboratório - Agência Transfusional (1 vaga); Técnico de Segurança do Trabalho (1 vaga); Mecânico em Refrigeração (1 vaga); Enfermeiro (2 vagas); Enfermeiro - Emergencista (2 vagas); Farmacêutico (1 vaga); Auxiliar de Serviços Gerais; Porteiro; Técnico de Informática; Técnico em Radiologia; Analista Clínico; Assistente Social; Farmacêutico - APS; Fonoaudiólogo; Fisioterapeuta; Nutricionista; Psicólogo Hospitalar.


A carga horária prevista para os cargos varia de 120 a 220 horas mensais, com remuneração no valor de R$ 1.518,00 a R$ 5.600,37.


Os interessados podem se inscrever exclusivamente no site do Instituto Consulpam, no período das 10h do dia 31 de março de 2025 até as 23h59 do dia 22 de abril de 2025. O valor da taxa de inscrição varia de R$ 40,00 a R$ 120,00.


A seleção acontecerá por meio de prova objetiva, prevista para acontecer no dia 18 de maio de 2025. Para os cargos de nível superior também haverá prova de títulos.


Ao final do período de um ano da validade do resultado do Processo Seletivo ou ao final da prorrogação por tempo de igual período da validade inicial, conforme decisão do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar ISGH, o resultado do Processo Seletivo perde definitivamente a validade.


VEJA O EDITAL COMPLETA CLICANDO AQUI


Fonte: Blog do Ambrósio Santos - Com informações do PCI Concursos