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A Polícia Civil do Estado do Ceará cumpriu, na tarde dessa quarta-feira (05/03/2025), um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 32 anos, partícipe de um homicídio, registrado em dezembro do ano passado, em Juazeiro do Norte. Ele foi localizado e preso no mesmo município.
Com as informações sobre o crime, registrado no dia 06 de dezembro de 2024, os investigadores do Núcleo de Homicídio e Proteção à Pessoa (NHPP), da Delegacia Regional de Juazeiro do Norte, iniciaram as diligências para identificar a autoria do crime. No dia, a vítima, de 22 anos, foi morta por disparos de arma de fogo em via pública. Com o aprofundamento do caso, os policiais civis identificaram a participação do homem de 32 anos.
Com isso, um mandado de prisão preventiva foi solicitado junto ao Poder Judiciário. Com a decisão judicial em mãos, os policiais civis conseguiram êxito na prisão do alvo, nessa quarta-feira (05). O suspeito foi conduzido à unidade policial da região, onde os trâmites para sua prisão foram realizados.
Denúncias
A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As informações podem ser direcionadas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85)3101-0181, que é o número de WhatsApp, pelo qual podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia ou ainda via “e-denúncia”, o site do serviço 181, por meio do endereço eletrônico: disquedenuncia181.sspds.ce.gov.br
As informações também podem ser encaminhadas para os telefones (88) 2157-8021, do Núcleo de Combate ao Tráfico de Drogas (NCTD) da Delegacia Regional de Juazeiro do Norte. O sigilo e o anonimato são garantidos.
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Neste sábado (8), na T-Mobile Arena, em Las Vegas (EUA), acontece o UFC 313, e terá cearense no octógono. A cearense Iasmin Lucindo luta com a brasileira Amanda Lemos, pelo peso-palha, no card principal.
A cearense Iasmin Lucindo, de apenas 22 anos, vem de quatro vitórias seguidas e ocupa o sétimo lugar no ranking peso-palha.
Em entrevista ao Ag Fight, Iasmin diz viver o melhor momento da sua vida como lutadora profissional de MMA.
"Eu sempre encaro que minhas adversárias atuais serão as mais duras, mas nada de diferente do que já enfrentei. A Amanda Lemos é mais velha que eu, mas não é a primeira (lutadora) mais velha que eu luto. E estou super de boa em relação a isso".
Já sua desafiante, Amanda Lemos, de 37 anos, é uma das melhores de sua categoria e já disputou o título dos palhas em 2023, mas perdeu a luta para Zhang Weili. A paraense é a 5ª do ranking.
Onde assistir?
O UFC 313 terá início às 20h30 (de Brasília) deste sábado (8) e transmissão do UFC Fight Pass (streaming).
Card completo do UFC 313:
Card Principal - início às 0h (de Brasília)
Alex Poatan x Magomed Ankalaev - peso meio-pesado
Justin Gaethje x Rafael Fiziev - peso-leve
Jalin Turner x Ignacio Bahamondes - peso-leve
Amanda Lemos x Iasmin Lucindo - peso-palha
King Green x Mauricio Ruffy - peso-leve
Card preliminar - início às 20h30 (de Brasília)
Curtis Blaydes x Rizvan Kuniev - peso-pesado
Joshua Van x Rei Tsuruya - peso-mosca
Brunno Ferreira x Armen Petrosyan - peso-médio
Alex Morono x Carlos Leal - peso meio-médio
Mairon Santos x Francis Marshall - peso-pena
Chris Gutierrez x John Castaneda - peso-pena
Djorden Santos x Ozzy Diaz - peso-médio
Fonte: Diário do Nordeste
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O Brasil confirmou o primeiro caso da nova cepa mais letal do vírus da mpox, chamada de Clado 1b, nessa sexta-feira (7), na Região Metropolitana de São Paulo. A paciente, de 29 anos, passa bem e deve ter alta na próxima semana, segundo o jornal O Globo.
A mulher não viajou para as regiões da África onde ocorre o surto da doença, mas recebeu pessoas da República Democrática do Congo (RDC), seu país de origem. A vigilância sanitária investiga como o vírus entrou no País.
Fora do continente africano, o Clado 1b da mpox foi registrado em 14 países, incluindo o Brasil. São eles:
Reino Unido (9 casos)
China (7 casos)
Alemanha (7 casos)
Tailândia (4 casos)
Bélgica (2 casos)
Estados Unidos (2 casos)
Canadá (1 caso)
França (1 caso)
Índia (1 caso)
Omã (1 caso)
Paquistão (1 caso)
Suécia (1 caso)
Emirados Árabes Unidos (1 caso)
Brasil (1 caso)
O que é a mpox
A mpox é uma zoonose causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. A doença pode ser transmitida entre animais e seres humanos, sendo a transmissão para humanos causada por meio de contato com pessoa infectada, materiais contaminados ou animais silvestres (roedores) infectados.
Sintomas
A doença é caracterizada por erupções cutâneas que podem aparecer nos órgãos genitais ou na boca. Pode causar febre, dor na garganta ou nos gânglios linfáticos.
Dentre os sintomas da monkeypox, estão:
Erupções cutânea ou lesões de pele
Adenomegalia - Linfonodos inchados (ínguas)
Febre
Dores no corpo
Dor de cabeça
Calafrio
Fraqueza
Os sintomas podem durar de duas a quatro semanas. A característica mais típica da doença é o surgimento de lesões de pele, que começam como pequenas bolhas que evoluem para úlceras. Pode ocorrer febre e surgimento de gânglios palpáveis antes do surgimento das lesões de pele.
Grávidas, crianças e imunodeprimidos têm maior chance de apresentar formas mais graves, como pneumonia e inflamação do sistema nervoso.
Transmissão
Conforme o médico infectologista Danilo Campos, a doença é transmitida principalmente pelo contato com as lesões de pele e por fluidos corporais. Objetos recentemente contaminados podem oferecer risco de contágio.
O Ministério da Saúde alerta que uma pessoa pode transmitir a doença desde o momento em que os sintomas começam até que as lesões de pele tenham cicatrizado completamente.
Diagnóstico
O diagnóstico é laboratorial, por teste molecular ou sequenciamento genético, feito por meio da coleta de material das lesões de pele.
Conforme o Ministério da Saúde, a amostra a ser analisada é coletada, preferencialmente, da secreção das lesões. Quando as lesões já estão secas, são examinadas as crostas das lesões. As amostras são encaminhadas para os laboratórios de referência no Brasil.
A mpox é autolimitada, ou seja, evolui para cura sem maiores consequências na maioria das pessoas, uma vez que os sintomas desaparecem em algumas semanas após a infecção. O órgão de saúde esclare que, em alguns pacientes, especialmente aqueles com diminuição na imunidade (imunocomprometidos), crianças e gestantes, os sinais e sintomas podem levar a complicações, caso não haja assistência adequada.
Fonte: Diáro do Nordeste